Porque o que é nacional (também) é bom!

19:57:00 Cinema's Challenge 3 Comments

O cinema português anda, nos últimos tempos ( com destaque para os que estrearam no fim de 2010 e os que estrearam em 2011 ) a dar que falar. São alguns os nomes que se têm afirmado junto daqueles que gostam de bom cinema. Esta semana estreou mais um que tem gerado algum murmurinho (do positivo), principalmente entre os verdadeiros apreciadores de cinema. Portanto, deixo aqui alguns nomes que julgo que merecem um certo destaque e espero ver algumas sugestões vossas de outros que valham a pena:


"A Morte de Carlos Gardel", de Solveig Nordlund

"Mistérios de Lisboa", de Raoul Ruiz

"José e Pilar", de Miguel Gonçalves Mendes

"Cisne", de Teresa Villaverde

"Sangue do Meu Sangue",  de João Canijo

3 comentários:

  1. Hum, continuo a achar que Aquele Querido Mês de Agosto é dos melhores filmes nacionais que vi no últimos anos.

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  2. São todos belos exemplos do nosso cinema actual.
    O cinema português é muito melhor do que normalmente as pessoas pintam. Há que ultrapssar os tabús de que o cinema nacional não presta, e começar a ver alguns.

    Vou deixar um link com 100 filmes portugueses disponíveis no meu blog: http://myonethousandmovies.blogspot.com/2011/03/100-filmes-portugueses.html

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  3. É verdade sim senhor. Nós fazemos bom e sério cinema mas não damos cartas no entretenimento. Por isso o povo lhes vira as costas...

    Já vi muitos filmes nacionais, talvez menos do que deveriam ter sido mas fiz por ver um pouco de todos os estilos que já produzimos. E também gostei dos mais mainstream, que acho que são tremendamente denegridos pelos bocejos dos bardamerdas da maioria dos críticos profissionais de cá, talvez mesmo ainda antes de eles os verem...

    Se vários "conceituados" apregoarem que é mau, só criam as condições para a "bola de neve" que está sempre a aumentar contra os filmes nacionais (facto que até lhes tira prime time na tv nacional - o primeiro inimigo até).

    Contudo, o problema nacional é o perpetuar da existência em enormes quantidades de criações de autor e elitistas. Curiosamente, noto que se começa a furar esse vicio e as mais recentes propostas têm sido mais soltas e com foco no valor do filme.
    O bom exemplo disso são as propostas que aqui são apresentadas mas já tinham chegado antes desses muitos outros muito curiosos, como:
    "Como fazer um circulo perfeito", "Singularidades de uma rapariga loira", "A Esperança Está Onde Menos Se Espera", "Um Amor de Perdição", "Coisa Ruim", "Call Girl" (sim gosto e depois?), "Transe", etc.
    Temos feito coisas boas sim!

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